Um Dia Há De Haver Obras – parte II

apresentacoes-sobre-braga

Há precisamente dois meses escrevi sobre a inexplicável demora nas obras da Escola de S. Lázaro, tendo-se perdido a oportunidade de as iniciar em finais de Junho – mal acabou o ano letivo 2015-16 – e de aproveitar as férias grandes.

Vamos em Janeiro, não há sinal das obras e as aulas continuam a funcionar em pré-fabricados na André Soares. Não consigo achar este atraso normal [mas quem aluga os contentores deve achar bem!]

Não duvido que a inércia institucional seja grande em determinados casos – nomeadamente com concursos públicos – e portanto se demore vários meses entre a decisão política e o início da obra. Mas, sabendo isso de antemão, a obrigação óbvia era incluir esse atraso “normal” num planeamento cuidadoso, não promovendo uma mudança prematura e desnecessária [todo o primeiro período decorreu nos pré-fabricados]

Anunciar a obra em Agosto e Setembro e transferir de imediato os alunos, não tendo a Câmara Municipal a mínima ideia da data de início da obra soa a demasiado amadorismo [além dos custos para o erário municipal com o aluguer desnecessário].

Repetindo o post anterior sobre o assunto: se a verdadeira preocupação da Autarquia fosse com os alunos, funcionários e professores (e com as famílias) era a empreitada que esperava por eles e não o contrário!

#escolaslázaro #mauplaneamento #desperdício

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